Um de meus temas de estudo preferidos no campo de desenvolvimento é design patterns. Isso sempre me levou a refletir sobre o porquê das pessoas utilizarem tais padrões, sem que o problema que o padrão se propõe a resolver sequer exista!

Recentemente pude ver uma aplicação corporativa criada para fazer importação de planilhas para tabelas de banco, que por alguma razão foi construída utilizando conceitos de DDD e uma arquitetura de quatro camadas. A camada de Domínio, por exemplo, possuía as classes Coluna e Tabela (e esta última tinha uma lista de Colunas como atributo).

Sigo me questionando: [tweet]por que gerar complexidade para atacar complexidade que não existe?[/tweet]

NOTA DO ELEMAR: Este post é de autoria do Gabriel Vargas. Mas, eu sempre me faço a mesma pergunta. Afinal, complexidade é custo!

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  1. Se fosse um “SaaS” para importação de planilhas, até tentaria defender, mas acredito que qualquer console application “boba” serviria para o caso em questão. Também vejo muitos devs fazendo over engineering e usando “DDD” para aplicações com funcionalidades extremamente simples. Talvez, não tenham entendido o título do livro de Evans.

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