Uma dos ganhos mais notáveis da Arquitetura Corporativa é a conexão que ela propicia entre a Estratégia e a Rotina. Grande parte dessa conexão ocorre graças a sua abrangência (tratamos disso no primeiro post dessa série).

A Arquitetura Corporativa é frequentemente analisada em quatro diferentes dimensões: 1) Negócio, 2) Dados, 3) Aplicações e 4) Tecnologia. Onde:

  • Negócio (Business Architecture) trata dos objetivos de negócio, funções, competências, processos, cargos e papéis.
  • Dados (Data Architecture) trata das estruturas de dados usadas pelo negócio e pelas aplicações, tanto em sua persistência quanto na comunicação.
  • Aplicações (Application Architecture) trata da estrutura e comportamento das aplicações que atendem o negócio.
  • Tecnologia (Tecnology/Infrastructure Architecture) trata da estrutura e comportamento da infraestrutura (máquinas, instalações, conexões, …)

Essas quatro dimensões são frequentemente referenciadas pelo acrônimo BDAT. Em muitas abordagens, vê-se as dimensões de Dados e Aplicações combinadas.

Vejamos uma representação gráfica:

Em minha opinião, não é possível determinar uma hierarquia aqui. Considere:

  • O Negócio geralmente é o ponto de partida para influenciar as demais dimensões. Entretanto, isto não é definitivo. Afinal, o negócio pode estar restrito as opções de tecnologia, aplicação e dados disponíveis.
  • Em muitos cenários, a Tecnologia habilita oportunidades novas e lucrativas de negócio (ex: o case da Amazon com seus serviços de nuvem).
  • A Aplicação pode impactar consideravelmente a condução do negócio (mais uma vez, tomemos como exemplo a Amazon e os livros digitais).
  • Estamos na era da abundância. Nunca antes tivemos tantas oportunidades de fazer uso inteligente de conjuntos de Dados.

Em tempos de organizações exponenciais, fica clara a importância da Arquitetura Corporativa na orquestração dessas dimensões para potencializar resultados.

Estou disposto a reservar um tempo em minha agenda para tratar com você sobre esse tema. Entre em contato.

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